sexta-feira, 17 de abril de 2009

Absoluta! (2)

Ok, tive que derrubar meu próprio post. Depois dessa, voto pra Madonna tupiniquim virar a musa ab-so-lu-ta do Sem Costura. Sem mais:

Madonna, como você cresceu...

Tá, eu sei q a notícia já correu o mundo inteiro, mas o sem costura não podia ficar de fora. Galeris, visualizem:

Ana Maria Braga entra no cenário do programa Mais Você. Ela veste roupa preta colada, peito de plástico, gargantilha, luvas, meia arrastão e superbota.

"Good morning, people! Wake up, girl! Good morning, boy!"

A câmera se aproxima. Pânico. O sotaque chinelo, a boca recheada de botox vagabundo e as rugas não mentem: é mesmo Ana Maria Braga vestida de Madonna e completamente SURTADA.

Ana em dois momentos: entrada triunfal e esticada básica nas rugas seguida de tentativa de estrangular a si mesma.

Strike a pose!!

A obsessão já vinha de antes, como eu pude verificar.

Ok, Ana Maria fala com pássaros de borracha. Mas na boa, comé que alguém me faz isso em rede nacional? E ainda num programa matinal! Deve ter feito toda criançada se engasgar com os sucrilhos.

Mesmo assim, confesso q seria divertido se virasse movimento. Algo como Coroas Unidas Pelo Direito de Usar Fantasias. Ficam as dicas:
- Hebe de Tartaruga Ninja.
- Vera Fischer com figurino de Freddy Mercury.
- Susana Vieira encarnando a Cher.
- Dilma Roussef como Chuck, o boneco assassino.
- Martha Suplicy de Batman.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

bó.

"O cérebro nas mãos

De tudo o que li sobre o terremoto que atingiu o centro da Itália, o relato que mais me tocou foi o do resgate de uma senhora de 98 anos que ficou presa nas ruínas de sua casa por quase três dias e saiu ilesa. Quando um dos socorristas perguntou-lhe o que fez durante o tempo em que esteve soterrada à espera de ajuda, a velhinha respondeu calmamente:

– Crochê!"

Li aqui na ZH.

absoluta!

achei que isso precisava estar no semcostura antes de qualquer outra coisa...

óun.


n'sei quem fez, não. mas a foto é dela.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

amor eterno

*Luiza says:
tá bom, preciso dizer uma coisa bem séria

*Luiza says:
eu ando pensando muito nos nossos tempos de faculdade

*Luiza says:
aquele saguão me dá saudade de tudo que passamos naqueles quatro anos juntas

*Luiza says:
e eu percebi o quanto vocês são importantes na minha vida. as minhas fofinhas.

taidje says:
ai, Lully, por que tu diz coisas tão lindas pra mim e pra renata?

.rÊ. diz:
Lully, tu tá super sweet hoje!

*Luiza says:
se não fosse por vocês, eu faria agricultura

*Luiza says:
aliás, eu tinha que perguntar outra coisa...

*Luiza says:
vcs acham que eu devo lavar o cabelo hoje ou amanhã?

how to be a loser anywhere

crawshaw says:
é q hj eu caminhei mais de 1h em círculos tentando achar a redação da revista que eu escrevi

crawshaw says:
eu tinha o endereço e o mapa

crawshaw says:
e não achei

crawshaw says:
voltei pra casa com uma bolha no minDinho, fome e um L gigante na testa

crawshaw says:
sendo q eu liguei DUAS vezes pro pessoal da redacao q me deu as coordenadas e eu não consegui achar. Não liguei uma terceira vez pq resolvi ir embora de vergonha. E braba.

gut says:
como se diz loser em inglês?

Real e fascinante? (a.k.a BIC)

De 7 de março até 10 de maio Porto Alegre pode ver a exposição Corpo Humano: Real e Fascinante, no BarraShoppingSul. A exposição, que já percorreu 34 cidades em todo o mundo, tem direção médica do norte-americano Dr. Roy Glover. Corpo Humano: Real e Fascinante recorre a 16 corpos e 225 órgãos verdadeiros para revelar o funcionamento do corpo humano e seus sistemas. Para tanto, faz uso de uma técnica chamada polimerização, em corpos adultos de homens e mulheres, para obter resultados que evidenciam com absoluta precisão as variações e diferenças apresentadas por nossa espécie.

Todos os corpos e órgãos exibidos são de indivíduos acometidos de morte natural, que optaram por participar de um programa de doação de seus próprios corpos em benefício da ciência e da educação, realizado na China. A iniciativa fornece material anatômico para comunidades médicas e científicas, para fins educacionais e de pesquisa, não só em solo chinês - onde estão os maiores especialistas na dissecação de corpos - como também no exterior.



BIC, BIC, BIC. Ora, vejamos. Agora sabemos porque os chineses são especialistas em dissecar corpos. hahaha

Ai, piada muito interna. A Dídi, que viu aquele cartaz da exposição em tamanho gigante e tomou o susto comigo, vai pegar. E a Renata também, que eu expliquei. Mas a Lully... Será?

desatolar a calcinha é so last season!

a onda agora é dar uma bela coçadinha, ajeitadinha, mexidinha ou o que for, pra todassh aquelassh gatinhassh que acham que não há nada mais provocador e sensual:




bono manda bei-jos!

Propagandas que deveriam ser veículadas

mas nunca, nunca vão ser...

E esse foi feito pra nós, meninas:


Sou só eu ou as piadinhas com emos nunca param de ter graça?
Achei nesse blog aqui, beeeem diver.

terça-feira, 14 de abril de 2009

O táxi, o calor e o cabelo atrapalhado

Entro em um táxi no Centro.
Reparo que o carro não é dos mais novos e nem o motorista dos mais simpáticos.
O cheiro de cigarro está impregnado nos bancos.
O calor está insuportável.
Fico repetindo mentalmente: o trajeto é curto. Vai ser rápido. O trajeto é curto. Vai ser. Há de ser. PELAMOR.
Ele não tem alguns dentes. O taxista. O cabelo parece tão... oleoso. O rosto também. Nossa, as unhas dele estão enormes e sujas. A do mindinho é maior? Ai, concentra. O trajeto é curto.
Abro bem a janela e olho para fora do carro. Fecho os olhos, sinto o sol e o vento no rosto.
Tento imaginar que não estou naquele carro, com aquele homem, naquela Avenida Mauá, naquele trânsito infernal. E sim na praia.
Ah, o sol, o mar, o vento. Vento? Percebo que o motorista fechou a minha janela. Olho para ele pelo retrovisor e percebo que ele estava observando a minha viagem por ali. Ele sorri e diz:
- O vento, né? Fechei pra não atrapalhar o teu cabelo.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

quem matou o blog?

é para isso que o super-duper hottest doctor do E.R está aqui.
estou cheia de novidades e lições de como ser uma loser nazoropa pra contar, mas antes, preciso de um sinal positivo. thumbs up, come on!


VOLTA, BATATINHA!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

A.M.Y

Então, já que todo mundo fala da Amy, a gente também pode. Mas a nossa história é BEM mais interessante, já que euzinha aqui, correspondente britânica do semcostura, presenciei um momento na vida desta belezinha:

Tudo aconteceu no último sabado, 5 de julho. Diga-se de passagem, este dia foi bem diferente dos que eu tenho vivido por aqui. Enquanto estava trabalhando no restaurante, fui "dar uma mãozinha" para o pessoal que trabalha no bar. Enquanto secava copos, bebia uns drinks especialmente preparados para moá. Delícia. Depois de terminado o expediente alcoólico, me mandei para a ba-la-da. O lugar é o Dublin Castle, um dos mais legais de Londres (para quem gosta de rock, é claro), e fica em Camden Town, um dos bairros mais afudês por aqui (e a Amy mora lá).




Noite legal, música da boa, pessoas queridas, diversão na certa. Mas, como tudo que é bom dura pouco, a festa terminou às 3h em ponto. Luzes acesas e som desligado. BOOOOOOOOOORING! Ok, no problem. Resolvemos continuar a noite indo em um bar em que fica aberto 24h e lá servem kebabs e outros tipos de fa(s)t food. O que, vamos combinar, não é o que a nossa Amy anda comendo, néam.



No caminho para o tal do bar, passamos por um pub já fechado que tinha na frente vários Paparazzis espiando pelos cantinhos das janelas. "Opa, tem alguém aí"! Tentamos puxar papo com um dos fotógrafos, perguntamos quem estava lá dentro, oferecemos kit kat, cerveja, tênis novo e sutiã. Sem sucesso. Eu e minhas meninas tivemos que descobrir sozinhas quem estava abalando a noite de Camden (como se tivéssemos alguma dúvida de quem seria). Confirmado o
fato, percebi que havíamos tomado o lugar dos profissionais que ali estavam trabalhando. Éramos praticamente um bando de gente (pq já tinham se juntado a nós mais uns paulistas que passaram por ali e resolveram saber o que estava acontecendo - London é assim, gente: chuta uma moita, sai brasileiro) espiando pela janela e tentando avistar um topete dando bafão. Depois de cerca de uma hora ali tentando conseguir alguma imagem da mocinha, desistimos. A fome era maior que a curiosidade (desculpe, Amy).




Chegamos no tal do bar (esqueci o nome, perdoem meu alzheimer tão bem conservado), pedi fritas e sentei para saborear o óleo que pingava do papel vegetal. A cena é fácil de descrever: eu e uma das meninas sentadinhas, com cara de criança faceira, prontas para devorar aquela porção de batatas, quando eu noto uma expressão estranha no rosto da minha amiga. Eis que escuto da mesma, com uma batata frita na mão, o seguinte: "Amy, I love you!". Pensei: "Obrigada, querida. mas eu ainda não comecei a espancar o bar, espera só". Resolvi olhar pra trás e entender o que estava se passando. E não é que a baixinha tinha recém entrado no bar? Claro, tinha acabado de dar o baphão da noite, batendo em um pobre rapaz que só queria comer por ali, como nós. Confesso que fiquei chocada com o fato da excelentíssima estar parada e-xa-ta-men-te do nosso lado (se eu esticasse o dedo, eu tocava. Mas também apanhava feio por isso), olhando para trás e tentando avistar sua vítima, enquanto o segurança particular tentava fazê-la continuar caminhando para frente e não ter idéias macabras. Falo isso pq ultimamente ela tem batido até nos seguranças:


Depois disso, ela sumiu. Ou deve ter sumido no sentido literal, já que a magreza só aumenta, ou saiu pela porta dos fundos do bar para ir pra casinha dormir descansada. A missão da noite estava cumprida mesmo. Bom, o que tenho a dizer dessa minha experiência toda é que, pessoalmente, ela tem MESMO a carinha de maluca que os jornais tanto insistem em mostrar, ela não tem alguns dentes na boca,



ela é MUITO pequena, o topete dela é meio duro (não toquei, mas dá pra ver), ela tava maquiadíssima e claro, meio alteradinha, com os nervos à flor da pele. Mesmo com tudo que falam dela, mesmo eu presenciando uma cena barraqueira dela, mesmo vendo que ela sai nos jornais todo o santo dia aqui em Londres fazendo alguma coisa de errado, mesmo com tantas críticas, deu vontade de abraçar ela, levar para casa, cuidar e desintoxicar! Eu queria falar isso pra ela, ela iria se comover com as minhas palavras e talvez até dar uma choradinha.